19/10/2010

A newsletter que fideliza o cliente

A implantação de uma newsletter é uma boa estratégia de relacionamento com seus clientes e significa o envio periódico de um boletim, por e-mail, aos clientes cadastrados no site. Nunca confunda esta ferramenta com o envio ocasional de emails (mala-direta eletrônica).

Ela se caracteriza pelo envio regular de mensagens, com uma freqüência (diária, semanal ou mensal) e por um conteúdo mais informativo. Não espere resultados a curto prazo, eles são característicos da mala-direta eletrônica, elaborada para divulgar uma oportunidade única, de o cliente potencial realizar uma ótima compra, quer seja pela vantagem do preço, da novidade ou da promoção temporária, em um processo típico de compra por impulso.

Além de oferecer os produtos da empresa ao cliente potencial com um simples clique, a newsletter tem como objetivo gerar confiança pela exposição constante da marca. Os resultados desta comunicação são lentos, mas consistentes; podem ser mensurados por meio da visitação do site, que deve apresentar um aumento gradativo, assim como pela taxa de conversão (quantidade de compradores em relação à quantidade de visitantes), que também deve aumentar ao longo do tempo. Na implantação de uma newsletter, dois aspectos merecem especial atenção.

  1. O que enviar. O conteúdo é fundamental, como sempre. Se o destinatário não receber algo que ele perceba como tendo algum valor, não haverá interesse no material, impedindo a obtenção dos resultados que, em geral, ocorrem a longo prazo. Um bom conteúdo é aquele que gera algum benefício para o leitor. Uma dica, um presente, um artigo, uma oportunidade, informações úteis são exemplos de conteúdos que geram satisfação e estabelecem um relacionamento que estimulará transações futuras. É claro que alguns setores possibilitam a elaboração de conteúdo mais facilmente do que outros. Uma livraria, que trabalha com produtos relacionados ao conhecimento, por exemplo, oferece muito mais subsídios para a geração de conteúdos atrativos do que uma fábrica de parafusos. Mas, com criatividade, esse obstáculo pode ser superado.
  2. Para quem enviar. No email-marketing em geral e, particularmente, no envio de uma newsletter, um cadastro composto de pessoas que autorizaram o recebimento da comunicação (opt-in) é fator decisivo para o sucesso. Afinal, como a empresa poderá conseguir credibilidade se o primeiro contato com o cliente é realizado de forma invasiva? Newsletters bem-sucedidas são, na grande maioria dos casos, enviadas para quem se cadastrou, jamais para desconhecidos, embora, talvez em decorrência de uma visão imediatista, muitas empresas optem por adquirir cadastros externos, em vez de trabalhar com seus próprios cadastros ou iniciar a formação de um.

Tempos atrás, a justificativa de empresas que possuíam grandes quantidades de clientes cadastrados e não se comunicavam com eles era o custo envolvido. Tal preocupação já não faz sentido na economia digital, pois o custo para enviar um email é irrisório. Evidentemente, a elaboração de uma boa newsletter é um processo trabalhoso, que exige planejamento, conhecimento e pesquisa de conteúdo de qualidade para o leitor. Além disso, é preciso ter paciência para “colher os frutos” desse esforço, porém, para as empresas com visão de longo prazo, o resultado é certamente compensador.

As ferramentas:

Há boas ferramentas online que facilitam a construção e administração tanto de newsletters como a inscrição de usuários. Fora do Brasil o MailChimp e a ConstantContact são os líderes. Só conheço de perto o MailChimp. Fácil de operar, gratuito até três mil envios/mês e personalizável; é um sistema de confiança, que respeita as leis – as daqui são muito parecidas com as dos Estados Unidos – e facilita a administração dos usuários. O grande senão é que funciona em inglês. Em português, o sistema da Aprex também é bastante eficiente, mas pago.

Além disso, os sistemas mais usados de gerenciamento de e-commerce costumam ter módulos para criação de informativos e campanhas. Sua eficiência e métricas, entretanto, precisam sempre de avaliação profissional. Converse com o seu especialista de TI e com a área de comunicação.

Uma boa newsletter é ferramenta de decisão – que o digam os grandes varejistas, que cansam de vender bem usando-as.

Fonte:  Ecommerce.org


 

10/08/2010

Vale a pena investir em redes sociais?

Especialistas indicam o que as empresas devem ou não fazer para se relacionar com os consumidores na internet

O boom das redes sociais não deixou dúvidas: se as marcas desejam se relacionar com os seus consumidores, devem estar presentes nestes canais. Não é mais novidade a presença das empresas em espaços virtuais como blogs e sites de relacionamento como o Orkut e o Facebook, além do microblog Twitter, fenômeno virtual do momento. Mas até que ponto vale a pena investir em mídia social? Para saber quais são as vantagens, desvantagens e principais características, o Mundo do Marketing conversou com profissionais que apostam em ações voltadas para as comunidades on-line.  Estes canais são base para relacionamento, pesquisa, promoção e tudo o mais que se possa imaginar em termos de estratégia de Marketing. Hoje, não há internauta que compre um produto sem antes fazer uma pesquisa no Google ou em fóruns e comunidades relacionadas à marca ou à categoria de interesse. São também as redes sociais que esses consumidores procuram quando desejam reclamar. E acredite: as críticas negativas às marcas ou aos produtos podem repercutir muito mais do que você pensa. Vide sites como o Reclame Aqui, site que virou referência para os consumidores que não tiveram suas solicitações atendidas pelas empresas de forma satisfatória.  Mas qual é o papel das marcas nas redes sociais? De acordo com Alessandro Barbosa Lima (foto), CEO da E.life, empresa que monitora e analisa o conteúdo gerado na mídia social, a principal função das empresas é gerar relacionamento. “As pessoas que estão nas redes sociais procuram muito mais se relacionar, obter informações. Elas querem conversar”, aponta o profissional em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas nem sempre é possível se relacionar com o seu consumidor na internet, como lembra o próprio CEO da E.life, o que não significa que as empresas não possam se beneficiar das redes sociais.


Fonte: Mundo do Marketing


 

29/07/2010

Facebook: 540 milhões de visitantes únicos no mês

Apesar da crescente preocupação com privacidade, um estonteante total de 540 milhões de internautas de todo o mundo visitou o Facebook em abril de 2010. Isso representou 35,2% de toda a população de usuários da web, de acordo com dados recém-divulgados pela Google.

O mais incrível é que esses usuários clicaram em 570 bilhões de páginas do Facebook em abril, um número oito vezes maior que a do concorrente mais próximo.

Os novos dados fazem parte do documento DoubleClick Ad Planner, divulgado pela Google, e abrangem os mil sites mais visitados da web (excluindo o próprio Google, o YouTube e o Gmail).

O Yahoo aparece em segundo lugar, logo atrás do Facebook, com 490 milhões de visitantes únicos – 31,8% da população internauta – e 70 bilhões de page views. Em terceiro vem o Live.com, da Microsoft, com 370 milhões de visitantes únicos e 39 bilhões de page views.

Os sites mais populares depois do Live.com são Wikipedia, MSN.com, Microsoft.com, Blogspot.com, Baidu.com, GG.com e Mozilla.com.

Rei das redes
Os números mostram que o Facebook é o rei inconteste das redes sociais, com o rival Twitter atraindo relativamente modestos 96 milhões de visitantes únicos e 5,4 bilhões de page views em abril de 2010.

O Facebook tem sido alvo de controvérsia com suas novas configurações de privacidade que tornam difícil esconder informações pessoais, tanto que usuários têm ameaçado apagar suas contas na rede social. Mais de metade dos usuários do Facebook já pensam em sair da rede por causa de preocupações sobre privacidade, apontou uma pesquisa da Sophos.

Mas as ameaças não parecem tão sérias à luz do tráfego real do Facebook. Nos Estados Unidos, o site atraiu 135 milhões de visitantes únicos em abril de 2010 – 43% do total da população daquele país – comparado aos 145 milhões do Google, de acordo com dados divulgados pela empresa de métricas na web Compete.

Fonte: E-COMMERCE NEWS


 

29/07/2010

Transmita segurança em seu e-commerce

Com 67% da população brasileira online, o maior obstáculo para conseguir novos clientes é conquistar a sua confiança. A principal questão continua a ser a segurança financeira (leia-se clonagem do cartão de crédito). A segunda, não receber o produto – ou recebê-lo danificado. Em terceiro lugar vem a falta de contato com o produto.

A questão da segurança é crucial. Pesquisa divulgada pela Verisign este mês, dá conta de que 73% dos brasileiros não conseguem identificar o phishing scam (a tentativa de capturar dados e informações de terceiros). “O phishing continua a ser um grande desafio para as empresas on-line,” diz Gastão Mattos, do MIS (Movimento Internet Segura). “Apenas um ataque de phishing é o suficiente para reduzir drasticamente a confiança que internauta deposita em uma organização. Uma vez que a confiança é perdida, é muito difícil recuperá-la; e, com a concorrência a apenas um clique de distância, isso é algo que as empresas não podem permitir que aconteça”. Adivinhem quem são os principais alvos? Sites de e-commerce.

Então vamos às dicas para transmitir segurança a seu usuário:

Use o melhor português. Sempre
Use um sistema de pagamento reconhecido e seguro.
Mostre o seu produto – fotos, vídeos, descrições. Faça bons textos sobre os produtos, invista em boas fotos. Eles são a sua vitrine. Um exemplo claro, que todas as lojas esquecem? A avaliação de consumo de energia dos eletroeletrônicos, que é muito visível nas lojas físicas.
Mostre que você dá importância à segurança do seu usuário: contrate as empresas certificadoras. Há muitos grandes sites por aí com “certificados de autenticidade” que não abrem quando o usuário os consulta.
Crie uma boa logística. Além da entrega, lembre-se que o seu cliente pode querer fazer a troca do produto – é seu direito. É preciso pensar na logística reversa. E atender com rapidez, sempre.

Fonte: Blog do PagSeguro


 

29/06/2010

Comércio eletrônico cresce 25% no Brasil

O comércio eletrônico brasileiro apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009, gerando um faturamento total de 2,3 bilhões reais.

De acordo com levantamento da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o destaque ficou para o aumento da participação de varejistas de pequeno e médio porte. Eles ganharam 37,26 milhões reais a mais em relação ao primeiro trimestre de 2008.

O que chama a atenção, no entanto, é a migração do consumo das grandes corporações para o chamado “long tail”. Pequenas e médias empresas, que em 2008 representavam 8,07% das vendas, foram as únicas que aumentaram sua fatia de mercado e encerraram o primeiro trimestre com 9,69% do total. O faturamento passou de 185,61 milhões de reais para 222,87 milhões de reais.

“O comercio eletrônico, de uma forma geral, tem evoluído em termos de serviço prestado ao consumidor”, acredita Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit. “Como a barreira de entrada é menor, há um volume grande de investimentos mais baixos, mas que não abrem mão da qualidade”. Outro fator que tem beneficiado as pequenas são ferramentas, como sites de busca e comparação de preços, que permitem que elas sejam encontradas por aqueles que não conhecem a marca.

Apesar dos números, o Brasil ainda está longe de países como os Estados Unidos, onde o market share das maiores empresas não passa de 25%. “Lá, a presença no mundo virtual é maior, pois chega a gerar até três vezes mais faturamento nas vendas presenciais que nas online”, diz Guasti.

Para o diretor, o primeiro desafio nacional é educar o consumidor para as compras à distância: “O Brasil nunca teve uma cultura de catálogo, então é natural que haja uma insegurança maior das pessoas por não poderem ver ou levar na hora os produtos. Mas, ao que tudo indica, essa mudança é mesmo somente uma questão de tempo.”

Fonte: Info Plantão


 

29/06/2010

E-commerce brasileiro vende US$ 8,7 bi em 2009

Segundo relatório divulgado pela consultoria Everis, o Brasil vendeu US$ 8,7 bilhões online em 2009. O resultado mostra um avanço de 10,3% do e-commerce brasileiro em relação ao ano anterior. No mundo, as vendas online chegaram a US$ 502,1 bilhões no ano passado. O desempenho representa um aumento de 4,5% em relação a 2008 e o dobro do valor transacionado em 2004.

Aproximadamente 82% das vendas se concentraram nos países desenvolvidos. Segundo o estudo, a média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o Produto Interno Bruto (PIB) foi de 0,88%. O Brasil está em primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. Em termos globais, o mercado é liderado pelos Estados Unidos, com movimento anual de US$ 134,9 bilhões; seguido por Japão (US$ 51,2 bilhões) e China (US$ 36,9 bilhões).

Fonte: ITWeb


 

18/06/2010

10 Dicas de mídia social para seu e-commerce

A mídia social mexe com os negócios online de novas e estranhas formas. Conseguir que estas pessoas falem dos seus produtos (ou de você) nas redes sociais é um jeito sensacional de conseguir mais tráfego e novos usuários.
A grande dificuldade? No e-commerce o objetivo mais importante não é compartilhar, é vender. Até mesmo a Amazon, que estabelece como todo o planeta se comporta nesta área, deixa os links de compartilhamento escondidos – embora eles estejam na barra da direita, na primeira tela.
Estas são as dicas para melhorar seus “esforços de socialização” sem esquecer que seu negócio é vender.

1. Onde é que o barulho acontece?
Comece pelo começo: descubra onde é que seus usuários estão compartilhando informação. Este é o pedaço mais sensível e importante. O Add This, por exemplo, oferece as tendências de uso dos serviços cadastrados por lá. E você também sabe como os brasileiros que usaram o serviço compartilharam. O Share This também oferece alguns relatórios bastante interessantes.
A grande vantagem da internet é ter formas de medir tudo. É possível saber, com o filtro próprio no seu programa de métricas, quem mandou o quê para onde – do mesmo jeito que podemos saber de onde vieram os novos visitantes.
Quando souber quais são as redes mais usadas por seus clientes, inclua seus botões no desenho de seu site. Afinal você não quer 74 botões no seu layout, quer?

2. Foco onde está o barulho
Twitter e Facebook são as principais redes do mundo. Se você realmente vai trabalhar as redes sociais vai precisar de perfil por lá e de uma política muito clara de ação.

3. Use lugares únicos para seus botões
Em vez de deixar os botões no mesmo lugar em todo o seu site, ofereça esta possibilidade em lugares diferentes. Um bom exemplo disso: se o cliente acaba de fazer uma resenha do produto em seu site, ele já mostrou sua vontade de compartilhar. Então facilite a vida do usuário e permita que ele mande a resenha para o seu perfil do twitter ou facebook.
Há muitos outros lugares que podem ser usados: a página de agradecimento do checkout, o e-mail de confirmação da compra e suas newsletters são apenas algumas ideias. Navegar por seu próprio site vai lhe dar muitas outras, com certeza. Seja criativo!

4. Vídeos, as estrelas
Os internautas adoram vídeos. A Zappos teve um grande aumento nas vendas quando incluiu vídeos dos produtos nas páginas. Além disso, criar seu próprio canal no Videolog, por exemplo, permite não só que seus clientes compartilhem os vídeos, mas possam colocá-los em outros sites. Resumo da ópera: os vídeos espalham o seu produto pela internet afora.
5. Converse com os seus seguidores
Você conseguiu seguidores (ou fãs no Facebook)? Ótimo! Agora vem a parte difícil: escutar o que estão falando e conversar com eles. É preciso interagir. Mais hora menos hora eles vão para o seu site e compram o seu serviço.

6. Exclusividade
Quem acompanha a sua marca, seja onde for, merece algo a mais, não? Cupons, promoções relâmpago, dicas e outras informações exclusivas que você não expõe em outros canais de comunicação são um às na manga. Use.

7. Saia do “modo de vendas”
Os perfis corporativos tendem a só falar de si. E isso tende a ficar chato para quem os acompanha. Que tal divulgar histórias, tendências de negócio da sua área ou números? Um jeito de se destacar da multidão é falar do mercado e não ter medo de contar os movimentos de seus concorrentes também. Mesmo que isso seja um pouco demais para seu caráter, experimente ir além da venda: seja útil. Assim, além de ganhar fãs, você conquista confiança – que é tudo nas redes sociais.

8. Integre o atendimento às mídias sociais
É muito comum encontrar consumidores descontentes nas redes sociais. Nada como atendê-los por lá, de forma clara, rápida e direta. Isso nem sempre é possível – depende da estrutura de sua empresa – mas adiciona pontos positivos na percepção de sua marca.

9. Acompanhe os cliques
Como sempre, é fundamental analisar o tempo todo os cliques. Para tanto, nada como os serviços encurtadores de URL – como o bit.ly, o migre.me ou o ow.ly, só para citar três. Escolha um que ofereça informações sobre os cliques. Você pode descobrir que seu público no Facebook gosta de descontos enquanto os seguidores do Twitter preferem as notícias.

10. Seja generoso

As redes sociais pedem generosidade. É preciso ser útil, conversar, perguntar o que acham, oferecer algo de valor para as pessoas que nos seguem. Quanto mais o seu perfil for útil e interessante, maior será a lealdade à sua marca – e este é o grande desafio dos tempos conectados em que um clique basta para acabar com a festa.
Gostou das dicas? Compartilhe com a gente nos comentários quais são as suas estratégias nas redes sociais.

Fonte: Blog do PagSeguro


 

18/06/2010

Wordpress lança versão 3.0

A Wordpress disponibilizou sua versão 3.0 para seus usuários. Chamada de Thelonious – nome inspirado no famoso pianista – essa é a décima terceira versão da plataforma de blog.
Entre as novidades está um novo layout padrão chamado Twenty Ten, mais leve e com nova tipografia.
Os desenvolvedores de temas também contam com uma nota APIs que permite alterar títulos, papéis de parede, menus, e configurar os posts de forma mais simples.
Segundo comunicado publicado no blog da Wordpress, “a versão 3.0 vai facilitar a vida de desenvolvedores e administradores de rede, com uma nova funcionalidade multissite, que permite administrar um ou mil blogs ao mesmo tempo de forma simplificada.” Isso devido à integração do Wordpress Multi User (MU) com a plataforma Wordpress instalada.
Segundo comunicado da empresa, 1 217 bugs foram corrigidos. O desenvolvimento contou com o trabalho de 218 colaboradores.

Fonte: Portal Exame


 
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